Ponte de Lima, breves
Hoje em todos os jornais se podia ler que a Câmara de Ponte de Lima, devido ao incumprimento do governo, iria avançar sozinha para a construção da Casa da Musica. Nada mais legitimo que o protesto pelo incumprimento de um protocolo. Atendendo porem a que o protocolo foi assinado em 2000, entre o Centro de Cultura Musical de Ponte de Lima e a Direcção-Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, estranha-se que só agora passados 5 anos se venha criticar o incumprimento por parte do Estado. Bem sei que há prazos a cumprir, mas também sabemos que estamos em campanha eleitoral e há coisas que se não esquece...
A junta de freguesia da vila de Santa Marinha de Arcozelo, segundo o semanário Alto Minho, encontra-se em "guerra aberta" com o município limiano. Em causa estão uns mecos perto do Arnado que impedem a circulação automóvel até à igreja de Santo António. Parece razoável este sentimento da junta de freguesia, pois como todos podem constatar em dias úteis este impedimento produz grandes transtornos a todos os que trabalham na vila de Ponte de Lima e não querem levar o seu automóvel até esta preferindo deixar na Além da Ponte. Por outro lado nos domingos é grande o transtorno para os fiéis idosos que se deslocam com dificuldade até à dita igreja.
O monte da Madalena começa a ser desbravado. É sem qualquer remorso que o primeiro arranjo florestal do concelho começa a ser trocado pelo já florescente "arranjo" do betão. É triste ver como a então altiva Madalena se encontra nos dias de hoje. A proliferação não controlada de mimosas, o constante recuo das árvores de folha caduca e a pressão imobiliária, acabarão por destruir aquilo por que tantos lutaram para que fosse um dos melhores recantos de Ponte de Lima.
A junta de freguesia da vila de Santa Marinha de Arcozelo, segundo o semanário Alto Minho, encontra-se em "guerra aberta" com o município limiano. Em causa estão uns mecos perto do Arnado que impedem a circulação automóvel até à igreja de Santo António. Parece razoável este sentimento da junta de freguesia, pois como todos podem constatar em dias úteis este impedimento produz grandes transtornos a todos os que trabalham na vila de Ponte de Lima e não querem levar o seu automóvel até esta preferindo deixar na Além da Ponte. Por outro lado nos domingos é grande o transtorno para os fiéis idosos que se deslocam com dificuldade até à dita igreja.
O monte da Madalena começa a ser desbravado. É sem qualquer remorso que o primeiro arranjo florestal do concelho começa a ser trocado pelo já florescente "arranjo" do betão. É triste ver como a então altiva Madalena se encontra nos dias de hoje. A proliferação não controlada de mimosas, o constante recuo das árvores de folha caduca e a pressão imobiliária, acabarão por destruir aquilo por que tantos lutaram para que fosse um dos melhores recantos de Ponte de Lima.






